Asplênio (Ninho-de-passarinho)


Asplenium nidus

Feto que não é facilmente identificável como tal porque as suas folhas são muito diferentes do que se espera de um feto.
As folhas nascem enroladas e abrem a partir do centro da roseta formando uma taça ou ninho.
É uma epífita, isto é, nasce e desenvolve-se sobre outras plantas vivas mas pode ser cultivada em terra.

FAMÍLIA
Aspleniáceas


ORIGEM
Índia (Ásia)

LUZ
Preferem sombra e resistem bem a pouca iluminação. A luz solar directa faz murchar as folhas.

TEMPERATURA E HUMIDADE
Não resiste ao frio. Como todos os fetos, prefere ambientes húmidos pelo que deve ser borrifada, sobretudo no tempo quente, ou assentar o vaso em base com pedras e água. Aguenta o ar seco do ar condicionado mas crescerá menos.

REGA
Manter a terra bem regada durante os meses de desenvolvimento e apenas ligeiramente humedecida no Inverno quando não se regista crescimento. É intolerante a água calcária. Sugere-se rega pela base do vaso durante uns minutos para absorção por capilaridade, para evitar o apodrecimento da planta.

SOBREVIVÊNCIA
Necessita de protecção contra ventos. Usar fertilizante líquido de 3 em 3 semanas nos meses de crescimento.Limpar as folhas com pano húmido. Transplantar a cada 2 anos, na Primavera.




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Como plantar em vasos, passo a passo

Vasos que abrigam plantas podem ser utilizadas tanto dentro como fora de casa. Sua grande vantagem é a manutenção rápida, prática, além de possibilitar um número infinito de composições e arranjos. Você pode usar e abusar de tamanhos, cores, materiais e modelos diferenciados, resultando em uma composição bastante criativa e em um ambiente agradável.

Lista de Materiais Utilizados

* Terra preta para vasos em quantidade suficiente, o que varia de acordo com o porte da planta e o tamanho do vaso.
* Argila expandida (cinesita) para forrar o fundo do vaso ou se preferir, cacos de barro.
* Adubo químico e/ou orgânico ou fertilizante, se desejar.
* 1 vaso com dreno - orifício no fundo - adequado para o porte da planta.
* 1 planta resistente e que goste de vasos.

Veja algumas sugestões:

Formio
Moreia
Crássula
Bromélia
Xamedória
Pingo de Ouro
Jibóia
Hibisco roxo
Rabo de gato
Filidentros
Flor Coral
Fênix

Atenção: Evite trabalhar com a terra do seu jardim! Como ela não é tratada, pode trazer bactérias para dentro de sua casa.
Todos os materiais acima são encontrados nas principais lojas de jardinagem.

Dica:
Para um melhor acabamento e visual mas bonito, coloque pedras pequenas no vaso, depois de ter terminado o plantio.
Cubra a terra com essas pedrinhas até 2 ou 3 centímetros abaixo da borda do vaso. podem ser seixos de rio, pedrinhas brancas, etc... Com certeza, ele ficará bem bonito!
1 - Escolha o vaso certo para a planta certa.
Escolha sempre as plantas mais resistentes, principalmente se forem colocadas dentro de casa. Preste atenção ao tipo de planta que vai escolher; algums precisam de muito sol, outros não. Quanto aos vasos, a regra básica para não errar na hora de escolher o vaso ideal para a sua planta é levar em consideração as suas dimensões. É essencial que o tamanho do vaso seja compatível com o tamanho da planta. Isto quer dizer que é preciso prever, também, o porte que a planta atinge quando adulta.

Independentemente do modelo , é preciso acomodar a planta de tal forma que haja espaço e quantidade de terra suficientes para o seu crescimento e desenvolvimento. Plantas de médio porte, por exemplo, têm por volta de 1,50m de altura. Para elas, o aconselhável são vasos com altura mínima de 50 cm.

A largura do vaso também é importante: deve haver terra o suficiente ao redor do caule da planta.
Outro detalhe muito importante: é preciso que o vaso tenha um dreno no fundo - um pequeno orifício por onde a água escorre.

2 - Coloque o vaso em local adequado para a planta.
Como cada planta requer cuidados específicos, ela deve estar sempre em locais adequados para o seu desenvolvimento. Isso significa às condições de quantidade diária de sol, por exemplo. Existem plantas que vão melhor ao sol, outras vão melhor à sombra.

Certifique-se que o local onde pretende colocar o vaso atenda à essas condições. Evite correntes de ar e assegure-se de colocar o vaso sempre em locais iluminados, um quesito básico para qualquer planta. Se estiverem dentro de casa, prefira colocá-los perto de janelas, mas protegidos de correntes de ar. Se você escolheu um vaso grande, coloque-o no local que escolheu - ele se tornará excessivamente pesado, quando estiver já com a terra e a planta e será muito difícil transportá-lo para outro lugar.

Cuidado com aquecedores: eles roubam a umidade da planta, pois ressecam o ar. O correto é mantê-las longe de ar-condicionado ou aquecedores. De qualquer forma, será preciso aumentar a sua rega, para garantir a umidade.

Se a planta é de pequeno porte, e consequentemente, o vaso de tamanho menor, você pode mudá-lo de lugar sempre que quiser. Isso pode, também, ser uma opção para quem tem tempo: a planta pode ser colocada todos os dias para tomar sol, na quantidade que precisa, e depois voltar para seu local original.

3 - Verifique o estado da aplanta.
Quando você compra uma planta, geralmente sus raízes vêm envoltas por terra endurecida e estopa. Isso é o que chamamos de torrão. A estopa não precisa ser remmovida, porque com o tempo, se decompõe na terra e torna-se adubo. No entanto, se estiver envolta em saco plástico, é preciso removê-lo. Se quiser misturar plantas, certifique-se antes que nenhuma está doente. Verifique, ainda se todas têm a mesma necessidade de luz, água e temperatura.

4 - Plantio
Coloque no fundo do vaso uma camada de argila expandida (cinisita), que serve para facilitar escoamento da água e previne contra entupimento no dreno. Isso feito, coloque uma camada de terra preta e depois coloque a planta com cuidado para não machucar suas raízes. É importante colocar a terra até um nível em que o torrão, quando colocado no vaso, fique muito próximo do limite do vaso.

Em seguida, coloque camadas de terra até que esteja em quantidade suficiente. Conforme for despejando a terra, vá assentando-a com a palma da mão, de cima para baixo, suavemente. Se preferir, o ideal é jogar um palmo de adubo sobre a terra. Isso ajuda muito na adaptação da planta e no seu desenvolvimento. Evite, no entanto, o contato de adubo químico com o torrão, pois isso queima-o. Ou então, coloque fertilizante.

5 - Cuidados na manutenção.
Plantas em vasos geralmente requerem mais cuidados, principalmente se estão dentro de casa. A primeira dica é colocar um prato embaixo do vaso (muitas vezes são vendidos junto com o próprio vaso). Isso facilita na hora da rega - se, por acaso, a água escoar pelo fundo do vaso, não vai sujar o seu piso.
Evite folhas em contato com a água, pois facilita a proliferação de microorganismos. Siga corretamente a manuntenção indicada para a sua planta. Lembre-se, ainda, de fazer limpeza periódica, removendo poeira e sujeira das folhas e cortando aquelas que estiverem em más condições. A adubação também é importante e não deve ser esquecida.

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Tulipa (Tulipa gesneriana)


Muita gente pensa que as tulipas são originárias da Holanda, tamanha a associação existente entre elas e este país. Entretanto, segundo a maioria das referências, as tulipas, na verdade, são turcas e foram levadas para a Holanda por volta de 1560, depois que o botânico Conrad von Gesner as catalogou em 1559, usando bulbos originais coletados em Constantinopla, atual Istambul. O nome da flor foi inspirado na palavra "tulipan" que significa "turbante" (o formato da tulipa lembra mesmo um turbante). Outras referências defendem que as tulipas são originárias da China, de onde foram levadas para as montanhas do Cáucaso e Pérsia.Chinesas ou turcas, o fato é que elas se tornaram uma paixão para os holandeses e essa paixão pelas tulipas foi tanta que gerou até uma especulação financeira envolvendo os bulbos desta planta.No livro "Salve-se Quem Puder – Uma História da Especulação Financeira", Edward Chancellor descreve esse curioso fato em detalhes. Na Holanda, os bulbos encontraram terras férteis e ideais para o seu cultivo, além de um povo que simplesmente amava flores. O entusiasmo pela tulipa gerou o desenvolvimento de muitas variedades com diferentes tamanhos e cores. Por volta de 1620, algumas variedades chegavam a um grau de raridade tão grande, que uma única flor alcançava preços elevadíssimos. E a especulação corria solta. No verão, época do plantio, já se negociavam os bulbos que iam florescer na primavera seguinte – cerca de um ano depois. O papel que representava a propriedade de um bulbo ainda por florir podia passar, em poucas semanas, de 20 florins para 255 florins, ou de 90 para 900 florins. A situação tornou-se tão crítica, que o governo holandês teve de intervir para acabar com a especulação.Planta da família das Liliáceas, a tulipa produz folhas que podem ser oblongas, ovais ou lanceoladas (em forma de lança). Do centro da folhagem surge uma haste ereta, com uma flor solitária formada por seis pétalas. Cores e formas são bem variadas. Existem muitas variedades cultivadas e milhares de híbridos em diversas cores, tons matizados, pontas picotadas, etc.O mérito do cultivo da tulipa no Brasil cabe ao produtor Klass Schoenmaker (mais detalhes abaixo), estabelecido no município de Holambra, em São Paulo.
Comprei. E agora?
Na hora de adquirir um vaso de tulipas, prefira aquele com as flores ainda em botão. Dessa forma, você terá as belas tulipas por mais tempo. Mantenha o vaso em local fresco, com boa luminosidade, mas longe de ventos e do sol forte. Outra dica interessante é colocar 1 ou 2 pedras de gelo, pela manhã e à tarde, sobre o substrato (mistura de terra) do vaso, todos os dias. Assim podemos diminuir o excesso de calor.
No clima brasileiro é difícil conseguir que a planta floresça mais de uma vez, mas com algumas técnicas, dá para tentar fazê-la dar flores pelo menos mais uma vez. O processo é demorado e um tanto complicado, mas para quem gosta de jardinagem, pode ser um desafio compensador:
Quando as flores da primeira floração murcharem, corte-as, inclusive as folhas. Retire os bulbos da terra, limpe-os levemente com uma escova macia e mantenha-os em local fresco e arejado por cerca de 3 meses, sem deixar que se molhem.
1. Passado esse período, plante-os num vasinho plástico com terra vegetal umedecida, sem estar encharcada. Embrulhe o vasinho num plástico e coloque-o no congelador da geladeira durante uns 6 meses (temperatura ideal entre 2 e 5 graus C).

2. Passado esse tempo, é hora de tirar o vasinho da geladeira e levá-lo para um local fresco e com boa luminosidade por mais 2 meses, lembrando de manter a terra sempre úmida.

3. Depois disso, o vasinho deve voltar ao congelador, novamente embrulhado em plástico, onde vai permanecer por mais 6 meses.

4. Agora é hora de levar o vaso para um local iluminado. Se tudo der certo, a tulipa estará florida no período de trinta a cinqüenta dias.

Yes, nós temos tulipas...

A Fazenda Terra Viva Schoenmaker (Holambra/SP) começou a produzir tulipas comercialmente no Brasil em 1988. Os bulbos são trazidos da Holanda e ao chegar por aqui são mantidos em câmaras, onde passam pelo tratamento adequado para controlar a temperatura, até que comecem a enraizar. A partir de março começam a ser retiradas as caixas da câmara para a produção propriamente dita. Inicia a fase 2, com as tulipas entrando em fase de crescimento, quando são fornecidas luz e adubação adequadas para garantir seu bom desenvolvimento. Na fase 3 as tulipas estão prontas para serem colocadas em vasos ou para o corte (no caso de flores de corte). Só então, vão para os pontos de venda.
Segundo Simone Schoenmaker, gerente de produção de flores e bulbos da empresa, em 2001 foram vendidos aproximadamente 130 mil vasos de tulipas e em 2002 projetou-se a venda de 250 mil. Os vasos, oferecidos em dois tamanhos (um com 3 bulbos e o Premium, com 5 bulbos) representam 2/3 da produção. O restante é de produção de tulipas de corte, utilizadas principalmente em arranjos e buquês de noivas. "Cerca de 90% das tulipas em vaso são da variedade vermelha, já na produção de corte, a maioria é branca, em torno de 35%", explica Simone. As outras variedades de tulipas de corte são produzidas na seguinte proporção: 20% laranjas; 20% amarelas; 20% vermelhas; 5% outras cores, como rosa e lilás.
Dois novos produtos estão sendo lançados pela fazenda Terra Viva, produtora das flores de Holambra: vasos com tulipas Master e Little. Os vasos Master vêm com sete hastes e um botão grande de tulipa cada, com flores brancas, amarelas, laranjas e vermelhas. Os vasos Little possuem cinco hastes principais, com mais de um botão cada, totalizando cerca de doze flores por vaso, somente na cor vermelha.
O aumento da demanda por tulipas no mercado de flores é creditado às novas variedades de cores diversas e à melhor adaptação ao nosso clima, o que lhes garante mais beleza e durabilidade. "Testamos novas variedades que podem durar até 10 dias, dependendo da época do ano e da região, esclarece Simone. O calor acelera o desabrochar da flor, e quanto maior o frio, mais tempo de vida possui. Normalmente, um vaso de tulipa sobrevive de 5 dias a uma semana.
."Em maio e junho a produção e venda de tulipas é maior que dos outros meses da safra", acrescenta Simone Schoenmaker. Em razão da sazonalidade, o produto é oferecido no mercado brasileiro no período de março a setembro. "As flores de modo geral chegam a duplicar as vendas".
Dica:
Após o florescimento da TULIPA, as folhas caem e os bulbos são arrancados e armazenados em clima ameno até que seja plantado novamente.

Como plantar Bolbos de Flor
É uma verdade, que para desfrutar de bolbos de flor, como a Tulipa, Narcisos, Jacintos, Crocus e outros, devemos plantá-los no Outono. Este aspecto é o mais penoso, mas sem dúvida que é posteriormente compensado quando se começam a desenvolver e nos proporciona umas esplêndidas florações. É tão fácil fazer com que os bolbos se desenvolvam que até a pessoa com menos conhecimento na arte de plantar consegue criar um bonito jardim com bolbos da flor. Os bolbos, que florescem na Primavera, têm que ser plantados no Outono porque necessitam de um período de frio para poderem se desenvolver até a chagada da Primavera. A única regra é que sejam plantadas antes que cheguem as primeiras geadas. A melhor época situa-se entre o mês de Novembro e princípios de Dezembro. Se os comprarmos antes da data indicada, podemos armazená-los num lugar seco, fresco (entre 10 a 15º0 e sem luz para que se conservem adequadamente e prontos a serem utilizados na época seguinte.

O jardim dos seus sonhos

Tirando as Tulipas e os Narcisos, também podem ser plantados outros bolbos especiais da Holanda, como a Scilla, Fuchkinia, Muscari, Fritillaria, Allium, Camassia e Eremurus, entre outros.
Os bolbos de floração primaveril, possuem variedade de cores e alturas durante o seu desenvolvimentos, assim como períodos de floração. Tudo o que precisa de saber, encontra-se na embalagem. O mais importante ao comprar um bolbo é saber a cor da flor, mês da floração, altura a que poderá alcançar, mês da plantação e a que profundidade se deve plantar.
Recortando as imagens de alguns catálogos de venda ou folhetos de informação no seu ponto de venda habitual para poder escolher qual é a que mais gosta, poderá começar a planejar o jardim dos seus sonhos.

Conselhos para a plantação.


* Plante todos os bolbos de baixo crescimento, como os jacintos à frente dos bolbos que atingem uma altura mais elevada.

* Plante todos os bolbos em grupos, uma flor solta dá um aspecto perdido num jardim.

* Pante os bolbos que possuem uma floração mais rápida, como os Crocus na relva, para começar um efeito especial.


Como se plantam?


Muitos bolbos , que florescem na Primavera, requerem sol ou

pouca sombra e estão em função dsa temperaturas e da luminosidade

do lugar onde é plantado. É aconselhável uma plantação com um

pouco de sombra ao meio-dia. Os bolbos crescem sempre em qualquer solo embora precisem de ter uma boa drenagem. Os bolbos podem apodrecer quando absorvem demasasiada água, assim devem ser evitados lugares com possibilidade de inundação.




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Violetas

Trata-se de uma das mais belas e delicadas dentre as espécies ornamentais para cultivo em vasos no interior dos ambientes. É muito importante saber-se que as Violetas africanas (Saintpaulia ionantha pertencente à família das Gesneriaceae) nada têm a ver com as verdadeiras Violetas (Viola odoratissima pertencente à família das Violaceae). Trata-se de planta delicada com folhas dispostas em roseta com formato levemente arredondado e cobertas por penugem aveludadas geralmente verdes. As flores são belas e abundantes, inodoras, apresentando-se, conforme a variedade, nas cores rosa, brancas, azuis ou mescladas. As Saintpaulia ionantha são bastante fáceis de serem cultivadas a nível doméstico até mesmo pelos leigos pois, para isso bastará seguir as seguintes recomendações:

1. Localizar os vasos em ponto onde haja boa luminosidade natural indireta, de preferência junto a uma janela voltada para o nascente.

2. Regar sempre que necessário, na quantidade suficiente para manter o solo do vaso com umidade regular porém sem encharcamento. As regas devem ser aplicadas com um regador de bico fino diretamente sobre a superfície do substrato (solo do vaso), nunca sobre as folhas, para evitar manchas que não desaparecem e são causadas pela água em temperatura inadequada. Evite-se também molhar através do prato, pois na realidade esse deve permanecer sempre livre do acúmulo de água para que não ocorra a invalidez da drenagem.

3. Verificar sempre as plantas para identificar a ocorrência de cochonilha (que são insetos sugadores na forma de uma massa branca como pequenas bolinhas brancas ou marrons que aparecem no verso das folhas e ou nos brotos) e ou de pulgões. Para combater e eliminar esses tipos de insetos, utilize um cotonete de algodão embebido em calda de fumo que pode ser feito com um pequeno pedaço de fumo de corda picado que se deixa de molho em água durante 24 horas, passado esse período côa-se num pano e mistura-se com álcool em partes iguais. Esse procedimento deverá ser repetido até a eliminação dos insetos, o que geralmente ocorre após a 3ª ou 4ª aplicação.

4. Adubar com fertilizante líquido de fórmula 4-14-8 ou 12-36-14, num intervalo de 15 em 15 dias, adicionando o fertilizante sempre em quantidade mínima – 1 copinho de café por vaso.

5. Quando as flores estiverem murchando deverão ser cortadas, assim como também se eliminarão as folhas secas ou machucadas.

6. A multiplicação pode ser feita através das folhas mais velhas com pecíolo (cabinho) que são colocadas para enraizar em areia e à sombra. Após o enraizamento, quando surgir a brotação das mudinhas na base do pecíolo procede-se o seu transplante para um vaso de barro com substrato composto por 1 parte de terra arenosa e 1 parte de húmus de minhoca.

Cultivo
Embora os vasinhos de plásticos sejam mais charmosos e há quem tenha sucesso até com o cultivo em xaxins, as violetinhas vão bem mesmo em vasos de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode até apodrecer as raízes da planta. Deve ter um furo na base, para a drenagem da água das regas. Antes de receber a muda, é conveniente mergulhar o vaso em algumas horas para com as paredes úmidas, assim o material não roubará a umidade do solo. Faça uma camada de drenagem no fundo do vaso, colocando um pedaço de cerâmica sobre o orifício e encha o vaso com a terra. Pode ser usada uma mistura com duas partes de terra de jardim, duas de terra vegetal e uma vermiculita. Plante a muda, centralizando a raiz e molhe até a água escorrer para o prato. Jogue o liquido fora e regue novamente.
A terra em que estiver plantada não deve ser encharcada, pois o excesso de água provoca o apodrecimento das raízes. As raízes das violetas são muito sensíveis, sendo importante que a terra usada no plantio seja uma mistura de boa qualidade, com boa aeração. Recomenda-se um pH em torno de 5,5 até 6,5.
O plantio das matrizes e mudas não deve ser muito profundo, pois isso provoca o apodrecimento da planta.
O melhor é fazer uma pequena cavidade com o dedo e introduzir uma folha sadia, sem enterrar. Essa folha será a matriz que irá originar as mudas. Quando isso começar a acontecer, torna-se necessário retirar a folha matriz para forçar o crescimento independente.
As flores de violetas necessitam de vários elementos químicos. A parte básica da adubação são os macronutrientes: Nitrogênio, Fósforo e Potássio.
As aplicações de adubos são necessárias, durante todo o ciclo (ex. nitrato de cálcio, uréia e nitrato de potássio).
O melhor local é aquele com boa luminosidade, mas sem incidência direta dos raios solares. A temperatura ideal para as violetas varia de 22 a 24 graus centígrados - o mínimo é 15 graus e o máximo 30. Com pouca luz, elas não florescem; com muita, são capazes de florescer, mas suas folhas ficam queimadas nas bordas. A luz solar filtrada pelo vidro de uma janela, por exemplo, e temperaturas em torno de 25 graus C formam o ambiente ideal para a planta. Se for colocar o vaso no parapeito da janela, uma boa dica para garantir o crescimento simétrico da violeta é ir virando o vaso, semanalmente, obedecendo sempre o mesmo sentido.

Cuidados
A violeta também é susceptível a algumas pragas (tripes, ácaros, etc.)
Se sua violeta apresenta alguns sintomas, a resposta pode ser a seguinte:
Manchas queimadas: alto nível de E.C., intoxicação por produtos químicos.
Amarelecimento das folhas: índices de luz, baixo nível dos principais macronutrientes.
Folhas com manchas brancas/amarelas: água com temperatura inferior a 21ºC, principalmente no frio.
Manter o vaso no prato, em lugar fresco, com luz indireta.
O maior pecado é molhar a copa e as folhas da violeta. Para que não apodreçam, o melhor é colocar água no pratinho. Cuidado, no entanto, para não afogá-las, já que respiram pelas raízes. No verão, molhe duas vezes por semana e no inverno, uma vez só. A cada mês, faça uma rega por cima, deixando que a água leve embora os sais minerais que concentram sobre o solo prejudicando-o. Importante: ferva a água ou deixe descansando um dia para que o cloro, tão odiado pelas violetas, evapore.
Para a adubação, alterne os fertilizantes orgânicos (origem animal ou vegetal, como esterco e farinhas de osso e de peixe) com os inorgânicos (derivados do refino do petróleo ou de extrações minerais). O NPK (nitrogênio + fósforo + potássio) é um fertilizante inorgânico apreciado por essas plantas. Vem no teor desejado e você pode optar pela composição 10-10-5.
A temperatura ambiente é aceitável até um mínimo de 18 graus centígrados.


Fonte(s): Guia de cultivos


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