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A Clematis é um gênero de plantas trepadeiras volúveis ou escandentes e floração muito delicada e bastante vistosa. De textura semi-lenhosa ou herbácea e folhagem que pode ser sempre verde ou decídua, elas são originárias do hemisfério norte e adaptadas ao clima temperado. Ocorrem cerca de 290 espécies diferentes de Clematis, e mais de 500 variedades resultantes de hibridizações e melhoramento genético.
Suas flores são isoladas ou reunidas em pequenos grupos, mas podem variar muito em forma e tamanho, de acordo com a variedade. Podem ser simples ou dobradas, abertas (planas) ou campanuladas, com pétalas estreitas ou muito largas, nas mais diversas cores e tons em degradê, além de estames longos, como um tufo no centro das flores. A floração estende-se pelos meses quentes.
Presta-se para o plantio ao longo de cercas e muros ou apoiada sobre treliças, árvores e outros suportes. Exige adubações anuais e podas para estimular o adensamento da planta. Sua folhagem bonita e as flores espetaculares e perfumadas garantem o sucesso da Clematis nos projetos paisagísticos. Apesar de delicada no início, após seu estabelecimento (cerca de 1 ano), torna-se mais rústica e resistente às pragas e doenças.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta delicada e exigente, não tolera secas nem encharcamento. Também não suporta o calor excessivo e aprecia o frio, devendo ser cultivada em clima temperado, subtropical ou tropical de altitude. Multiplica-se por estaquia, mergulhia e alporquia.
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Descrição: Planta herbácea, vivaz, cultivada como anual ou bianual, de porte erecto, compacto e arredondado, com cerca de 15-40 cm de altura. As folhas de Cinerária ou Senécio são basais, brilhantes, cordiformes, com margens levemente dentadas, de cor verde claro, pubescentes e com nervuras de cor mais pálida. Têm um tamanho de 10-15 cm. As flores Cineraria ou Senécio são agrupadas no cimo da folhagem, formando um tufo de cores vivas, desde o azul, vermelho, rosa, branco, violeta, com o centro de cor contrastante, podendo ser bicolores. Esta espécie também é muito utilizada como planta de interior. Após a floração deve ser trocada ou eliminada, pois é dificil conseguir que volte a florir.
Sementeira: Semear as sementes de Cineraria ou Senécio em local definitivo na Primavera/Verão, quando o solo estiver quente, isto é, a uma temperatura adequada para a germinação. Em estufa ou estufim na Primavera ou final do Verão. Temperatura óptima para germinação de 18-20 Cº.
Temperatura/Humidade: No interiror, manter uma temperatura amena, não muito quente, com boa circulação de ar e humidade elevada, pulverizando o ar em volta da planta sem molhar muito as suas folhas e flores.
Crescimento: Rápido
Transplantação: Quando oportuno. Espaçamento de cerca de 30 cm.
Luz: Meia-sombra. A Cinerária prefere luz indirecta. No interior colocar as plantas em janelas, varandins ou varandas, com boa exposição á luz indirecta.
Solos: Bem drenados, húmidos.
Resistência: Não resiste ao frio. Não tolera calor excessivo. Proteger das correntes de ar e das mudanças de temperatura e humidade.
Rega: Frequente. Manter solo um pouco húmido mas não regar em excesso. Nas plantas de interior colocar o vaso sobre um prato com água para a planta a absorver, evitando assim molhar as folhas.
Adubação: Caso necessário, adubar de preferência com fertilizante líquido, equilibrado, na altura da floração. Não fertilizar em excesso.
Floração: Fim de Inverno e Primavera.
Pragas e Doenças: Afídeos, mosca branca, botrytis, podridão radicular.
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Na verdade o nome não é muito apropriado para esta trepadeira, tanto pela cor que não tem nada a ver com jade, como também pelo gênero botânico. Ela pertence ao gênero Mucuna diferentemente da trepadeira Jade que pertence ao gênero Strongylodon, apesar de terem várias características em comum como por exemplo o formato das folhas e das flores. Vale a pena lembrar que existe uma espécie Strongylodon siderospermum, Cordem., que produz pequenas flores vermelhas com formato parecido com as da trepadeira Jade tradicional e é nativa das Ilhas Reunião no oceano índico.
A seguir falaremos sobre a Mucuna de flores vermelhas que é conhecida mundialmente como Jade Vermelha ou Flama-da-Floresta.
Pertencente à imensa família das leguminosas o gênero Mucuna reúne aproximadamente uma centena de espécies entre arbustos e trepadeiras com ramos geralmente de consistência mole e de crescimento rápido. Ocorrem principalmente em regiões tropicais e subtropicais nos dois hemisférios.
As mucunas produzem flores vistosas geralmente em cachos pendentes seguidas de vagens recobertas de microscópicos pêlos extremamente irritantes em contato com a pele. Poucas plantas deste gênero apresentam características ornamentais que justifiquem o seu cultivo em parques e jardins.
Há porém algumas notáveis excessões. Uma delas é a Mucuna bennettii F. Muell. denominada por muitos como trepadeira Jade Vermelha.
Esta trepadeira originária de Papua-Nova Guiné é de crescimento bastante vigoroso com folhas compostas de três folíolos ovais-alongados bem parecidas com a Trepadeira Jade. Suas flores são grandes e de coloração vermelho-escarlatebrilhante e reunidas em enormes cachos pendentes de beleza sem igual. Seu efeito decorativo é realçado quando plantada em caramanchões de estrutura bem forte ou pérgolas que suportem o vigor da planta e para que as flores sejam ostentadas de forma pendente.
O cultivo desta espécie teve início em 1940 pelo Jardim Botânico de Cingapura através de sementes coletadas nas florestas de Papua-Nova Guiné e desde então, devido à impressionante beleza de suas flores, passou a ser uma das trepadeiras mais cobiçadas por colecionadores. Ainda neste gênero existe a Mucuna novo-guineensis Scheff. também de grande valor ornamental e com bastante semelhança à Mucuna bennettii causando até certa confusão entre os cultivadores, as principais diferenças são notadas nas flores que na espécie novo-guineensis são mais estreitas e bem mais longas que a bennettii, com coloração mais vermelha.
Para deixarmos bem definidas as diferenças entre estas 2 fantásticas espécies, nós usamos para a Mucuna novo-guineensis Scheff. o nome de Jade Vermelha de Cachos Compridos, cuja propagação é ainda mais difícil que a Mucuna bennettii e é ainda mais sensível às baixas temperaturas. Devido a estas dificuldades o seu cultivo tornou-se ainda mais raro no Brasil.
Devido ao fato de ser nativa de Papua-Nova Guiné, país de clima equatorial com temperaturas médias entre 21 a 32 graus centígrados e chuvas anuais superiores a 2.000 mm., o seu cultivo em regiões com temperaturas e umidade do ar mais baixas fica dificultoso, principalmente durante o inverno quando chega derrubar as folhas de forma acelerada. É bem menos resistente ao frio que a trepadeira Jade. Uma dica importante para os interessados em cultivar esta trepadeira é plantar a mesma nos meses mais quentes e estimular o seu crescimento com adubações a curtos intervalos para que a planta já esteja bem desenvolvida quando o inverno chegar.
Esta dica serve também para a Trepadeira Jade Strongylodon macrobothrys A . Gray que é nativa das Filipinas e já bem mais conhecida que as espécies vermelhas. Seus cachos longos com flores de coloração azul-esverdeado a torna única e incomparável e ainda é uma das trepadeiras mais admiradas e procuradas.
I N F O R M A Ç Õ E S G E R A I S :
Nome científico: Mucuna bennettii, F. Muell. Mucuna novo-guineensis, Scheff.
Nome Popular: Jade Vermelha ou Trepadeira da Nova Guiné
Familia: Leguminosae-Papilionoideae
Origem: Papua-Nova Guiné
Características: Trepadeira bastante vigorosa de ramos moles e crescimento rápido.
Inflorescência: Inflorescências pendulas, longas, com numerosas flores grandes de coloração vermelho-escarlate.
Plantio: Plantar em covas bem espaçosas enriquecidas com terra vegetal e superfosfato simples.
Solo: Evitar solos compactados preferindos os ricos em matéria orgânica e bem drenados.
IMPORTANTE: Logo após a muda ter sido plantada nós aconselhamos fazer um sombreamento parcial da planta. Uma boa maneira de se fazer este sombreamento é fincar algumas folhas de palmeiras verticalmente ao lado da muda, após as raízes se estabelecerem ao solo o sombreamento deve ser retirado pois a planta necessita de sol.
Luz: Pleno sol ou meia-sombra.
Clima: Tropical e subtropical.
Regas: Manter o solo levemente umedecido com uma boa cobertura morta .
Podas: Somente podas das extremidades para controlar o crescimento.
Adubação: No início da primavera adubar levemente com NPK 10-10-10
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