Veja como cuidar de suas plantas quando plantadas em vasos

Cuidar de flores plantadas requer um conhecimento maior sobre a espécie da planta, já que cada variedade necessita de um tratamento diferente. Por isso basicamente, podemos indicar cuidados comuns a maioria das espécies e relacionar uma tabela abaixo com os cuidados especiais para as mais cultivadas:
Cuidados básicos para flores plantadas: Ao receber uma planta em vaso certifique-se que a terra ou xaxim está devidamente molhado ou úmido. Faça essa checagem diariamente regando a terra sempre que necessário e evitando molhar flores e folhas. Após molhar a terra deixe-a escorrer para eliminar o excesso de água, evitando que as raízes fiquem diretamente submersas e acabem por apodrecer. Nunca coloque a planta diretamente sobre o sol durante um grande período de tempo, na maioria das vezes as plantas necessitam de luz direta ou indireta, porém sempre por um curto espaço de tempo e de preferência durante o inicio da manhã ou pelo final da tarde quando o sol está mais brando. Para finalizar não deixe sua planta recebendo correntes de ar, a necessidade de um ambiente fresco não significa que sua plantinha deva ficar de frente a ar condicionados ou ventiladores. Cuidados específicos com algumas espécies de flores plantadas.

PLANTA

CONDIÇÕES DE LUZ

CONDIÇÕES DE ÁGUA

CONDIÇÕS DE LOCALIZAÇÃO

Azaléia

Luz indireta em Grande quantidade

Solo sempre úmido, sem encharcar

Ambientes internos e externos

Begônias

Poucas horas de luz por dia

Solo sempre úmido, sem encharcar

Ambientes internos

Bromélias

Poucas horas de luz por dia

Solo moderadamente úmido

Ambientes internos e externos.

Crisântemos

Luz indireta em Grande quantidade

Solo sempre úmido, sem encharcar

Ambientes internos

Gérbera

Poucas horas de luz por dia

Solo moderadamente úmido

Ambientes internos

Hortênsia

Luz direta em grande quantidade

Solo sempre úmido, sem encharcar

Ambientes internos e externos

Kalanchoe

Luz direta em grande quantidade

Solo moderadamente úmido

Ambientes internos e externos

Lírios

Luz indireta em Grande quantidade

Solo sempre úmido, sem encharcar

Ambientes internos

Orquídea Cymbideum

Poucas horas de luz por dia

Solo moderadamente úmido

Ambientes internos e externos

Orquídea Phalaenopsis

Poucas horas de luz por dia

Solo moderadamente úmido

Ambientes internos e externos

Violetas

Luz indireta em Grande quantidade

Solo moderadamente úmido

Ambientes internos

Cuidados com plantas de interior

A luz é um elemento imprescindível para a vida de uma planta, porque no momento de escolher um lugar para as colocar, é necessário ter em conta a iluminação solar ou artificial. Em todo o caso, o excesso de luz pode provocar queimaduras e necrose. Por outro lado, se uma planta não dispõe de luz necessária, ela murchará. É recomendado rodar a planta regularmente para que ela receba a mesma luz em todas as suas partes. Um conselho muito útil é não pôr uma planta de sombra exposta em meia sombra ou ao sol directamente, pois pode ficar com as folhas queimadas. De normal geral, uma planta necessita entre 12 a 16 horas diárias de luz. Quando não têm o suficiente, a solução alternativa é a luz artificial. Existem lâmpadas incandescentes que imitam a luz natural e que são muito práticas em certos casos. A temperatura ambiente e a umidade também são fatores chave na vida das tuas plantas de interior.

Cuidados com plantas de interior

Por exemplo, a falta de umidade é evidente quando a planta fica amarela e caem-lhe as folhas, ao mesmo tempo que deixam de crescer e até diminuem o seu tamanho. Para resolver este problema, basta borrifar as folhas com água, e se não é possível, o que devemos fazer é enterrar os vasos em turfa úmida, pois mantêm a umidade atmosférica Em alguns casos, a presença de jarros com água podem manter uns graus de umidade constante e suficiente para as nossas plantas. Acerca da temperatura, podemos dizer que em condições normais, uma planta necessita de uma média que varie entre os 12 graus no Inverno e os 24 graus no Verão.

Por norma geral, as plantas de interior apresentam menor evaporação, por isso necessitam de menos água, excepto em condições de calefacção que provoquem uma quantidade excessiva. As plantas que necessitam de menos rega durante o repouso vegetativa são as de folha caduca, os bolbos, os rizomas, os tubérculos e as de repouso absoluto.



Os cuidados com as plantas

# A quantidade de Luz Num Parapeito é de somente 40% da quantidade de luz exterior

# Cada Janela Rouba + metade da luz exterior

# Sol directo Significa um parapeito que esteja direccionado para sul.

Meia sombra Significa um parapeito que esteja direccionado para o oriente ou para oeste.

Sombra significa um parapeito que esteja direccionado para norte.

# A terra deve ser humedecida uma única vez, depois deve-se regar com regularidade em pequenas quantidades de cada vez. Deve-se sentir o peso do vaso para ver se a planta necessita de ser regada ou não.

# Dê a água Sobre a terra

# Os vasos de barro precisam 2x mais água do que os de plástico.

# Depois de 2 horas de ter regado as plantas, deite fora a água restante nos pratos.

# As plantas de vaso devem ser alimentadas no período de crescimento ( Abril até Outubro), dê alimento de 2 em 2 semanas.

# 1 Litro de água de alimento é suficiente para + 10 a 15 plantas.

Adubos:

# O fósforo (P) favorece o desenvolvimento das raízes e inicia a floração.

# O potássio (K) melhora a coloração e o tamanho das flores. Aumenta a resistência das plantas ao frio, ao calor e aos parasitas.

# O magnésio ( MgO) dá o pigmento verde, elemento central da clorofila.

# Os oligo-elementos ( ferro, Zinco, Cobre, ...) indispensáveis ao crescimento das plantas, favorecem a absorção dos outros elementos nutritivos. Além disso, evitam as carências do solo que provocam a clorose da folhagem.

Doenças:

Na maioria das vezes as plantas adoecem devido a um tratamento incorrecto

Causas

Sintomas

- Local Inadequado

- Folhas queimadas ( sol a mais )
- Queda dos botões ( pouca luz )
- Ataque de piolhos ou aranha ( spint )

- Falta de alimento

- Folhas amarelecidas
- Folhas muito pequenas

- Alimento em demasia

- danos de sal = mudança de cor da folha
- a planta cresce rapidamente e fica com um aspecto molangueirão, sendo uma presa fácil par o piolho, bactéria e doenças de fungos.

- Falta ou pouca água

- a planta não cresce

- Água em demasia

- a raiz apodrece, o que pode levar à perda total da planta.
- O primeiro sintoma de água em demasia é a cor amarela das folhas .

- Ambientes seco e correntes de ar

- aranha ( spint), trips e outro tipo de piolhos

Que vasos usar?

A vida moderna tem levado cada vez mais gente a se fixar nas grandes cidades, competindo por espaços que a cada dia se tornam mais escassos e caros. Assim, os homens estão perdendo aquela tão agradável área chamada de “quintal”, que ficava nos fundos das casas, onde se plantavam fruteiras e hortas que alimentavam as famílias. As casas se tornaram menores e a grande maioria dos cidadãos mora em apartamentos. A solução encontrada foi cultivar plantas em vasos e jardineiras.
No jardim, as raízes das plantas têm espaço e liberdade para crescer e podem buscar na terra toda a água e nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Mas nos vasos essa liberdade fica limitada e algumas regras básicas devem ser seguidas quando se pretende ter pimentas bonitas e saudáveis. Uma atenção especial deve ser dispensada na escolha certa do vaso.
Quanto ao material com o qual são confeccionados, é unanimidade entre os cultivadores mais experientes, que os melhores são feitos de argila porosa (vasos de barro), que não devem ser envernizados nem impermeabilizados para que não percam suas características, pois a porosidade promove uma maior oxigenação das raízes, melhor drenagem de água, melhor controle de temperatura do substrato, além de favorecer o desenvolvimento da micro e macro fauna benéfica às raízes, o que dificulta o aparecimento de doenças e pragas. Mas outros fatores devem ser levados em conta durante a escolha, como o preço e o peso, fazendo com que a escolha possa se direcionar para vasos de plástico, cimento ou fibro-resina. O peso deve ser levado em conta, por ser fator que pode dificultar a manutenção quando se faz necessário mudar a planta constantemente de lugar. Além do mais, alguns edifícios possuem regras rígidas quanto ao peso máximo que é permitido se colocar sobre varandas e sacadas, aí se deve escolher vasos de materiais mais leves, já que as sacadas não suportam muito peso.
O tamanho do vaso deve ser escolhido de acordo com o porte da variedade de pimenta que se deseja cultivar e com o espaço disponível no ambiente. Quanto mais substrato comportar o recipiente, melhor. Mas o bom senso deve imperar, pois exageros só trariam gastos desnecessários de espaço e dinheiro. Uma regra usada diz que o tamanho do vaso deve ter pelo menos 1/3 do tamanho da planta quando adulta, em altura e largura, mas se você tem pouco espaço para cultivo e quer ter muitas variedades de plantas, então pode valer a pena o cultivo em vasos menores, sabendo entretanto que cada planta também será bem menor, mas poderá ter a tão desejada diversidade de flores ou folhagens.
A drenagem dos vasos é fundamental para que o substrato não fique encharcado, por isso é necessário verificar se os vasos possuem furos para o escoamento da água, caso contrário, procure confeccioná-los em quantidade suficiente. Esses furos não devem ser muito pequenos, pois poderiam se obstruir com facilidade. Também não podem ser muito largos, para evitar que o substrato escape através dos mesmos, levado pela água das regas.
Ao se montar o vaso, para melhorar a drenagem e evitar o entupimento dos drenos, deve-se colocar sobre o fundo uma camada de 3 a 5 cm de cacos de telha ou cerâmica, pedriscos, brita, cascalho ou, de preferência, argila expandida. Sobre essa camada é colocado o substrato até completar o seu volume. Após o vaso estar montado e plantado, pode-se também proteger a superfície com mais uma camada de argila expandida, que além de dar um belo acabamento, mantém a umidade da terra por mais tempo. Também pode se usar como forração uma camada de palha, casca de arroz, cascas de árvores ou aparas secas de grama.

É necessário trocar de vaso?

Quando as plantas são plantadas em vasos as raízes ficam enclausuradas. Com o tempo elas vão se acumulando e se comprimindo, sem espaço para se expandir e mesmo com as adubações regulares, a qualidade do substrato fica prejudicada, sendo necessário o transplante da planta para um vaso maior ou então realizar uma poda de raízes e a troca do substrato do vaso. Mas como saber que esse momento chegou? É observando alguns detalhes como:

- Raízes expostas na superfície do substrato.
- Raízes saindo pelos orifícios de drenagem.
- Folhas pequenas e mal formadas.
- Ausência de florescimento ou flores escassas.
- O vaso se torna pequeno em proporção ao porte da planta.
- O substrato torna-se arenoso, com pouca matéria orgânica.
- As raízes ficam entrelaçadas e comprimidas, formando um bloco compacto.

O Transplante

É um procedimento relativamente simples, que necessita da ajuda de outra pessoa apenas se o vaso for muito grande e pesado:
1°- Deixe o substrato secar quase completamente, pois ele se contrai soltando-se parcialmente das paredes do vaso.
2°- Deite o vaso sobre uma mesa e dê pequenas pancadas com a mão fechada ou um pedaço de madeira sobre as paredes, enquanto gira o mesmo, fazendo com que o torrão termine de soltar.
3°- Com o vaso ainda deitado, vá puxando a planta para fora até sair completamente junto com o bloco de raízes.
4°- No vaso novo, que deve ser maior, coloque a primeira camada de substrato, posicione a planta e complete o preenchimento.
5°- Faça a primeira rega, normalmente a terra se compactará e, se as raízes voltarem a aparecer, complete com mais substrato até cobri-las completamente.

Poda de raízes

Deve ser realizada quando se deseja manter o tamanho do vaso.

vejamos a seguir o passo-a-passo:

Planta fraca devido a terra esgotada no vaso. Apresentando aspecto feio, sem frutos e flores. Faz-se necessário a troca do substrato A poda começa pelos ramos. São removidos os galhos mais delgados ou com defeitos. Deixe apenas os ramos mais vigorosos e que contenham pelo menos 3 gemas sadias.

O comprimento dos mesmos vai depender do porte da planta. Normalmente se deixa apenas 1/3 do comprimento total. A remoção da planta do vaso é feita seguindo os passos de 1° a 3°, descritos acima no tópico "transplante". O torrão, ao ser removido, mostrará as raízes formando um bloco compacto que guarda ainda o formato do vaso e não se desmancha facilmente. Usando uma faca afiada (ideal seria uma faca-serra velha, de pão) poda-se o 1/3 externo da massa de terra e raízes. Raízes podadas... Planta pronta para ser replantada... Coloque antes uma 1ª camada de substrato.

Centralize o torrão e preencha todos os espaços com a mistura até completar o nível do vaso.