Nomes populares: Aster da china, Rainha Margarida, Malmequer-de-sécia, Sécia.
Família: Asteraceae
Origem: China e Japão
Descrição: A Sécia é uma herbácea anual, muito florífera, com variedades que vão desde os 20 a60 cm de altura, com ramagem áspera e folhas ovais, largas, a maior parte em rosetas basais e pilosas. As flores de Aster são reunidas em capítulos grandes, simples ou dobradas, com variedades brancas, azuis, roxas e violeta.
Sementeira: No Inverno semear a Rainha-Margarida em local definitivo ou no interior 6-8 semanas antes do transplante, na Primavera.
Transplantação: Primavera
Luz: Sol durante metade do dia ou mais.
Solos: A Rainha Margarida prefere solos ricos em húmus, de boa drenagem e úmidos.
Temperatura: Tolerante a baixas temperaturas
Rega: Regular. Evitar umidade e secura extremas.
Adubação: Aplicação na época de floração. Ex. - Adubo 5:10:5
Pragas e doenças: Os Asteres são sensíveis a alguns fungos, quando a umidade do solo é excessiva.
Multiplicação: Semente
Floração: Primavera/Verão
Utilização: Bordadura ou conjuntos isolados, canteiros, vaos e para corte.
Dicas: Cortar as flores velhas das Sécias para estimular o aparecimento de outras e obter uma maior duração da floração. Não se deve plantar no mesmo sítio todos os anos.
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Usando o fertilizante NPK - Não há segredos para identificar a dosagem do fertilizante NPK se você souber o que significam os números da fórmula. Cada número corresponde a dosagem garantida desses elementos no produto. Exemplo: NPK 18-8-6 significa que neste fertilizante tem 18% de nitrogênio (N), 8% de fósforo (P), e 6% de potássio (K).
Adubos orgânicos x químicos - Prefira adubos orgânicos agem mais rapidamente e têm concentração mais forte, use-os para cultivos em solos comprovadamente pobres ou quando a planta estiver com deficiência nutricional.
Onde age cada elemento e o que significa - O nitrogênio (N) estimula a brotação e o enfolhamento. O fósforo (P) é responsável pela produção de energia incentivando a floração e a frutificação. O potássio (K) fortalece os tecidos vegetais tornando as plantas mais resistentes as pragas e ao frio, além de atuar no crescimento das raízes.
Estimule a floração - A primavera é tempo de adubar as Plantas Ornamentais. Escolha entre esterco de gado bem curtido, farinha de osso e torta de mamona. Estes devem ser incorporados ao solo para não exalarem cheiro desagradável. O NPK 4-14-8 é outra boa opção.
Dicas para samambaia - Adube suas samambaias a cada dois meses com uma colher de chá de NPK 10-10-10 e uma de torta de mamona. Coloque os adubos sobre a terra e regue.
6. Água sobre adubo - Sempre regue depois de adubar. A água ajuda a diluir o produto e melhorar sua incorporação ao solo.
Para ter raízes vigorosas - Árvores de raízes vigorosas, como a maioria das figueiras, não devem ser plantadas próximas a construções ou tubulação. O planejamento evita problemas futuros.
Árvores junto a piscina: Na hora de escolher uma árvore para plantar na área da piscina evite espécies caducas e principalmente as de folhas miúdas. Assim a água vai ficar limpa por mais tempo.
Descubra a sombra antes - Para ter uma idéia antecipada da direção da sombra que uma árvore proporcionará quando adulta, fixe no solo uma vara do tamanho semelhante ao porte que a árvore atingirá e observe a sombra produzida.
Poda correta das árvores - A poda correta das árvores evita o surgimento de fungos. O ideal é fazer um corte na parte inferior do galho até a metade de seu diâmetro, isso evita que o galho lasque. O segundo corte deve ser feito de cima para baixo uns 3 dedos adiante do primeiro até que o galho caia. Depois remova o tronco, serrando-o bem rente a árvore. Como no primeiro passo, serre de baixo para cima para evitar que se lasquem. Em seguida corrija irregularidades do corte com uma faca bem afiada. Por fim, com uma espátula, cubra toda área cortada com uma pasta cicratizante encontrada em lojas de jardinagem.
Pedras no chão - Se você tem árvore plantada em um gramado que está todo falhado devido a sombra, não insista. Retire a grama de baixo e cubra a região com pedras ornamentais ou folhagens que se desenvolvam bem na sombra.
Não se esqueça do tutor – Assim que plantar a muda e antes de fechar a cova, providencie um tutor de madeira. Ele vai ajudar a árvore a crescer reta e irá evitar que ela se quebre com ventos fortes.
Jamais use tintas - Muita gente pinta o tronco de uma árvore para que ela fique mais bonita e para evitar a presença das formigas cortadeiras. Más, além de impedir que a árvore respire, essa prática não afasta as formigas. Fique longe da cal. Tinta óleo, então nem pensar.
Espinhos sem dor - Se os espinhos de um cacto ficarem espetados em sua pele, retire-os com ajuda de uma fita adesiva. Basta encostá-las várias vezes no local afetado, até que os espinhos saiam.
A importância dos pedriscos - Sempre utilize pedriscos com cactos. No fundo do vaso, eles evitam que as raízes saiam pelo orifício de drenagem. Por cima da terra, impede que as regas apodreçam a base do caule dos cactos. Além disso, eles deixam o vaso mais bonito.
Escolher hortênsias rosas ou azuis - A coloração depende dos níveis de acidez e alcalinidade do solo. Em um solo ácido, a hortênsia produz flores azuladas. Em um solo alcalino, produz flores róseas. Para intensificar o azul ou transformar hortênsias rosas em azuis, prepare uma solução com 20g de sulfato de alumínio ou de pedra-ume diluídos em 10 litros de água e regue a planta com mistura duas vezes ao ano. Mas se você quer hortênsias azuis produzam flores rosas, será preciso podá-las, eliminando boa parte das folhas, e transplantá-la para um canteiro preparado com 200 a 400g de calcário dolomítico por m².
Podas certas - Faça a poda de galhos com cortes em bisel (na diagonal). Caso contrário, você dificulta a cicatrização da planta e facilita o surgimento de infecções.
Amarração em “8” - Trepadeira e outras plantas de caule frágil precisam de tutores para que a ação de chuvas e de ventos fortes não as prejudique. O melhor amarrilho para prendê-las é o em forma de “8”.
O regador ideal - Prefira regadores de clivo fino para aguar as plantas, pois ele diminui o volume de água que recai sobre elas. Ainda assim, procure verter os jatos iniciais, sempre mais fortes, fora o local de rega. Com isso, você evita quebras de ramos e buracos no solo.
Plantas tropicais no frio - Se você vive em regiões de clima ameno a frio e cultiva plantas tropicais, cubra-as com uma manta de TNT, um tecido bem leve, para evitar o congelamento.
Poda constante - A unha-de-gato plantada rente ao muro ou a uma parede precisa de poda constante. Caso contrário, seus ramos crescem muito e engrossam podendo prejudicar a construção.
Para ter um muro verdinho - Plante as mudas de unha-de-gato a cada 25 cm da extensão de um muro se quiser que ele fique coberto por ela em cerca de dois anos.
Quando os botões caem - Se sua camélia derruba os botões florais ainda fechados é sinal que o solo está acido demais. Aplique 200g de calcário dolomitico ou calcifico na projeção da capa uma vez por ano.
Como conduzir trepadeiras - Assim que a trepadeira atingir a altura desejada, corte um palmo da ponta mais alta para estimular brotações laterais. A partir daí, basta amarrar a trepadeira onde você quer que ela suba.
Geada no jardim - Não é propriamente a geada que queima as plantas, mas o sol da manhã, que derrete o gelo queima as folhas. Além de cobrir as plantas a noite, em especial as tropicais, regue o jardim pela manhã para fazer o degelo antes que o sol chegar forte.
Bromélias espalhadas - A maneira mais fácil de propagar bromélias é pelos brotos laterais formados após floração.
Para que serve cada tipo de poda - Poda de florescimento e frutificação: prepara a planta para que no próximo ano ela produza mais. Trata-se de eliminar os ramos que produziram no ano anterior. É comum em azaléias, roseiras e hortênsias. Pode de formação e manutenção: dá forma a planta quando jovem. Exige manutenção toda semana durante a primavera e o verão, e a cada 15 dias nas estações frias. É comum em frutíferas, como laranjeiras e o pessegueiro, e em plantas ornamentais, como o buxinho e o hibisco. Pode ser de limpeza ou fitossanitária: pode ser feita em todas as plantas e serve para eliminar galhos secos, doentes e mal formados.
Como fazer uma cerca viva de arbustos - O espaçamento ideal gira em torno de 40 a80 cm entre as mudas. Isso proporciona um bom fechamento, ao mesmo tempo em que facilita a manutenção de cada planta.
Frutíferas em vaso - Você pode cultivar frutíferas como acerola, laranja, pitanga e jabuticaba em vaso. Más será preciso podá-las depois de cada frutificação para que as plantas não ultrapassem as larguras dos vasos. Na mesma época, convém retirar o torrão do vaso e cortar as raízes que estiverem enrolando.
Plantas sem luz - Sintomas - os caules crescem demais, as folhas velhas se alongam e as folhas novas não nascem. Causas prováveis – pouca luz e excesso de nitrogênio provocado por super-adubação. Solução – coloque a planta num lugar mais iluminado e suspenda as adubações.
Planta com sede -Sintomas – as pontas das folhas endurecem e murcham e as inferiores amarelam e caem. Causa provável – pouca água. Solução – regue até que a água escorra pelo fundo do vaso pelo furo de drenagem. Não regue até o solo secar.
Plantas sem flores - Sintomas – a planta apresenta folhagem vistosa, mas floresce pouco ou nem chega a florescer. Causas prováveis – Excesso de adubo, em especial do elemento nitrogênio, ou então o vaso pode estar pequeno para a planta. Solução – evite adubos ricos em nitrogênio durante o crescimento da planta. Opte pela farinha de osso. Procure também passar a planta para um vaso maior.
Luz por igual - Gire o vaso de suas plantas pelo menos uma vez por semana para que elas recebam luz por igual. Um truque ajuda muito a evitar o trabalho. Coloque um espelho atrás do vaso para que ele reflita a luz onde há sombra.
Vaso novo - De tempos em tempos, as orquídeas precisam de vasos novos. Primeiro porque os nutrientes esgotam e segundo, porque os vasos podem ficar pequenos diante do desenvolvimento da planta.
Cuide da rega - Em dias normais de sol faça regras diárias, de manhã cedo ou no final da tarde e em áreas sobre marquises e em vasos internos, executando 2 a 3 regas semanais.
Efetue cortes de grama com frequência quinzenal - Cortando apenas 1/3 da altura total das folhas de cada vez, pois cortes muito baixos prejudicam a rebrotação da grama.
Adubação trimestral do jardim externo - Adubação química. Em vasos e plantas de interior use adubo liquido diluído, aplicando-o a cada 20/30 dias.
Afofar os canteiros de folhagem mensalmente - Retirando os inços antes que floresçam e dêem sementes.
Evite podas em época de crescimento e florescimento - Procurando executá-las, quando necessário, no outono-inverno.
No plantio de arbustos e árvores coloque tutores para minimizar as ações do vento - Fazendo que a árvore desenvolva em tronco reto e não solte o torrão após o plantio.
Vasos de cimento exigem manutenção periodicamente -Devem ser lixados e pintados, com o passar dos anos, dependendo as plantas que encontram-se nele, faz-se necessária a substituição por um modelo de tamanho maior para reservar mais espaço a raiz que pode provocar rachaduras quando muito apertada.
Ao plantar uma muda - Cuidado para não “esfacelar” o torrão (“massa” de composto “fixa” ao redor das raízes) dela. Isto pode causar um déficit de adaptação da planta, ou mesmo, com seu estado geral.
Muito cuidado com a drenagem de vasos e floreiras - Sobretudo floreiras fixas. Quando o processo não é bem feito, pode ocasionar acumulo de água, que pode vir a causar a morte da planta.
Dentro do possível - Use “coberturas” em vasos e floreiras. Evitem respingos na rega, retém a umidade e garantem um interessante padrão estético.
Ao instalar vasos em coberturas - Observe o diâmetro do vaso em comparação à altura da planta. Uma desproporção muito grande (planta alta e vaso pequeno) acaba normalmente por ocasionar o tombamento em relação de ventos fortes, além do que, o maior volume de terra, torna as regas menos frequentes.
Recomenda-se o uso de pratos quando da instalação de vasos - Dependendo do ambiente, não marcam o revestimento pelo efeito da umidade e fornecem com acabamento ao conjunto.
Normalmente ao se realizar plantios em vasos - Floreiras ou mesmo canteiros, é natural que exista uma pequena variação para baixo no nível de terra, que ocorre em função da compactação do material.
Logo em seguida a qualquer conclusão de plantio - Regue intensamente a vegetação. Isto diminui o “trauma” de adaptação da planta.
Faça manutenção - Tão importante quanto a escolha das espécies adequadas para cada ambiente, cuidadoso transporte, criterioso manuseio e plantio, é indispensável prever um plano de manutenção desde a implantação de uma área verde ou conjunto de vasos e floreiras. Em regra, recomenda-se que este trabalho seja realizado quinzenalmente, em alguns casos mensalmente. Consiste em podas, adubações específicas, tratamento de pragas, afofamento de solo, reposição de compostos orgânicos, corte de grama, retirada de inços e ervas daninhas (que possuem várias maneiras de propagação, se não devidamente controladas podem atingir níveis críticos), troca de mudas de época, reposicionamento de mudas, etc.
O tratamento profissional, com conhecimentos, produtos e ferramentas adequadas é fundamental para que o projeto inicial mantenha sua beleza e características peculiares.
Em resumo, uma correta manutenção faz a diferença no sentido de se ter uma área verde que progressivamente ganha mais imponência e destaque. A falta de cuidados com esta (composta de seres vivos), pode provocar perda de espécies e declínio contínuo de seu aspecto.
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Quem quer a casa sempre florida não pode simplesmente comprar os vasos e deixá-los em qualquer lugar, sem um mínimo de manutenção. Lembre-se de que só a planta que recebe atenção integral produz aquilo que dela se espera.
A ÁGUA - Durante a brotação das plantas há um maior consumo de líquidos que devem ser repostos com regas. Assim, as flores vão durar mais; mas é preciso cuidado para não encharcar a terra - o que causa apodrecimento das raízes.
A LUZ - Nem todos os tipos de plantas indicados para ambientes internos preferem viver à sombra. É necessário manter luz suficiente para a realização da fotossíntese e a sobrevivência do vaso. É fácil medir a quantidade de luz num ambiente: se com a iluminação natural não se consegue ler um texto em letras miúdas, também não será adequada para as plantas. Nesse caso, deve-se instalar lâmpadas especiais para esta finalidade.
A TEMPERATURA - Não é por estar em ambiente fechado que a planta está "sufocando" e precisa receber ar. A abertura de portas e janelas, formando "correntes", pode prejudicar o desenvolvimento, ressecando a folhagem e prejudicando o equilíbrio metabólico com a mudança brusca de temperatura.
A ADUBAÇÃO - A florada consome grande parte das reservas energéticas da planta. Para repô-las, adube com produto rico em fósforo desde o aparecimento dos primeiros botões. Pode-se usar NPK 4-14-8
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Quanto menor for um jardim, menos plantas e flores precisará, isto para não correr o risco de plantar uma grande confusão.
Em regra geral, para um espaço reduzido, escolha duas ou três variedades, adquirindo três exemplares de cada, ou seja, já são nove plantas.
* Para espaços maiores, tenha atenção a largura de cada planta (a atual ou a que irá atingir) antes de decidir quantas vai levar;
* Se mesmo assim estiver indeciso recorra a esta dica: se quiser um jardim com um impacto imediato, ou seja, crescido e bastante preenchido logo no primeiro ano, terá que colocar as estacas mais juntinhas ou adquirir plantas maiores. Se não tiver pressa, deixe as plantas crescerem à vontade, preenchendo os “vazios” com flores anuais se quiser.
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Nombre científico: Guettarda uruguensis
Familia: Rubiaceae
Origen: Uruguay
Nome popular: Veludinha
Arbusto lenhoso decídua entre 3 e 5 metros de ramos altos. Próprias para serem plantadas em áreas de córregos de água doce, lagoas, riachos, etc.
Suas folhas são simples, ovais, opostas e pouco pubescentes, chegam a 3 a6 cm de comprimento, de cor verde escuro na parte de superior e verde claro na parte inferior.
Inflorescência de muitas flores com hastes longas, corola branca e perfumada, com 1,5 cm de comprimento.
Em jardinagem é muito ornamental e é útil para coberturas ou para crescer encostado a paredes e muros, ficam lindas também quando plantadas em grupos por várias espécies. Pode ser cultivadas em vasos de e não toleram regiões com inverno muito prolongado e de frio intenso.
Ela floresce na primavera e no verão.
Aprecia a meia-sombra, mas suporta um local ensolarado em regiões temperadas.
O solo deve ser ligeiramente ácido com boa porcentagem de matéria orgânica, e boa drenagem.
Mistura para o solo: 1 parte de terra de jardim, 1 parte de adubo (húmus) e 1 parte de areia.
Muita irrigação na fase de crescimento, dependendo do grau de umidade. No período de dormência somente a água das chuvas será suficientes.
Quanto à poda, cada jardineiro deverá decidir, vai depender do tamanho que você desejar que ele fique.
Não é necessária a poda de limpeza atinge na idade adulta, mas nos período de crescimento pode ser pinçada rebentos para obter maior exuberância.
Propagação por sementes no fim do Inverno, abrigada, bem colocado no substrato móvel composta de: 2 partes de terra preta, 1 parte de areia grossa e 1 parte de composto ou estrume. Semeando a uma profundidade de duas vezes a largura e seu lugar na sombra parcial, regar o suficiente para que o substrato permaneça úmido.
Você também pode multiplicar por semi-estacas de madeira dura, tiradas no fim do Inverno ou início da primavera.
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Família: Oleaceae
Origem: Oriente Médio
Nome científico: Syringa vulgaris
Arbusto ereto, com atrativas florações, folhagem densa, decídua, troncos de madeira oca chegando a 5 ou 6 metros de altura. Em seu estado natural é encontrado em lugares ensolarados, nas margens dos córregos, nas encostas da montanha íngreme e rochosa.
Folhas ovais simples ou cordiforme, com acumen longa, entre 4 e 6 cm de comprimento, perseguida, verde-azulado ou verde claro e cinza pelo feixe na parte inferior.
Inflorescência, em panículas de 10-20 cm de comprimento. Flores perfumadas que pode ser simples ou dobradas.. A cor natural é lilás pálido ou branco, mas há agora uma abundância de cultivares que se sucedem na cor branca.
Em jardinagem é uma espécie muito ornamental devido à sua forma, sua floração e seu aroma intenso e delicado ao mesmo tempo. Serve como uma flor de corte, também para formar cercas vivas, para formar grupos com diferentes variedades de cores, ou lugar isolado.
Ela floresce na primavera e no verão.
Um pouco mais lento de crescimento em seus primeiros anos, após esse período o crescimento é rápido.
Tolera geadas fortes. É também resistente à pragas e doenças.
Aprecia a meia-sombra, mas irá florescer melhor em exposição ao sol.
A irrigação deve ser abundante no verão, especialmente antes da floração.
Necessita de muito fertilizante, uma boa idéia é aplicar adubo orgânico a cada quatro meses.
Preferencialmente o solo neutro ou alcalino e com boa drenagem.
Solo: terra de jardim com um preparado de composto em partes iguais, podendo adicionar um pouco de cal. Suporta areia ou solos argilosos.
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Planta originária das regiões montanhosas da China e do Japão
Arbusto altamente ramificado de folhas caducas, forma grupos irregulares com ramos ocos de crescimento em diferentes direções. Chega a 3 metros de altura.
Suas folhas são ovais-lanceoladas, opostas e dentadas na margem, verde escuro, opaco pelo feixe e um pouco mais claro na parte inferior.
Inflorescências formando panículas axilares de até 12 cm de dupla flores brancas, hermafroditas, com cinco pétalas, em forma de sino.
Fácil de cuidar e de rápido crescimento, é possível cultivá-la em vasos, também flor possui abundantes, se plantado em vasos pode-se controlar seu crescimento e fazendo um arbusto ornamental podendo ser cultivado em pequenos jardins ou varandas. Suporta temperaturas baixas e regiões com alta poluição.
Ela floresce em meados da Primavera ao início do verão.
Pode ser plantada em locais com sol pleno, mas à meia sombra as flores duram mais. Deve ser abrigada do vento.
Regas regulares no verão e poucas no inverno, mas não toleram a seca.
Em geral, não são atacadas por pragas e doenças, mas é bom de vez em quando fazer uma minuciosa inspeção periódica para eventuais problemas.
Após a floração, a poda deve ser para uma leve limpeza..
Eles podem ser transplantadas no inverno, tendo o cuidado de fazer uma proteção contra geada, porque seria fatal.
Facilmente reproduzíveis por estacas que são colocados em local abrigado, fresco e claro. A reprodução por sementes deve ser feita no final do inverno e leva 3 meses para germinar.
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A artemísia (Artemisia vulgaris) é da família da conhecida erva do absinto (Artemisia absinthium).
Ambas pertencem ao gênero botânico Aster, da família Asteraceae.
A artemísia tem muitos nomes comuns, como artemija, flor-de-são-joão, absinto-selvagem.
É natural da Europa temperada, Ásia, norte de África, mas está também presente na América do Norte, onde é uma erva invasiva.
Esta planta aromática tem 1 - 2 metros de altura e um caule angular arroxeado.
As folhas são de cor verde escuro em cima e verde pálido na parte de baixo, com pelinhos.
As flores são uns botões de cor amarelo acastanhado.
É uma planta muito comum que cresce em solos de nitrogênios, como áreas selvagens ou não cultivadas, tais como locais de despejo e ao longo das margens das estradas.
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As Malvas são podadas e planta-se as pontas para nascerem mais plantas.
Dá flor no Verão, e existem malvas de várias cores. Algumas são singelas, outras dobradas e ainda outras que são trepadeiras.
Quando chove, estas flores 'choram', ou seja, liberam um líquido castanho que faz nódoa nas paredes ou em tecido.
Cultivada como planta ornamental pela beleza das suas flores, a malva (Malva sylvestris L.) é uma planta pertencente à família das Malváceas, originária da Europa, que pode atingir até cerca de 1 metro de altura. Popularmente, recebe vários nomes, como malva-de-botica, malva-maior ou malva-selvagem. É uma planta usada em fitoterapia e apreciada como hortaliça desde o século VIII a.C.
Suas folhas são mais usadas na medicina popular, entretanto, as flores da malva constam das farmacopéias da Itália, França, Alemanha e da Suíça.
A planta contém mucilagens, antocianina, tanino e um óleo essencial volátil com propriedades calmantes, emolientes e laxativas. O uso da malva é indicado nas inflamações da boca (aftas e gengivites) e garganta, principalmente na forma de gargarejos. O chá é usado em casos de prisão de ventre, úlceras e gastrite. Na forma de emplastro, a malva é recomendada para tratar abscessos e as compressas feitas com as folhas são consideradas ótimas para aliviar queimaduras de sol.
Cultivo
As folhas da planta são bem verdes, com longos pecíolos, serreadas nas bordas e com pêlos ásperos, embora moles e macios ao tato. Já as flores são bem características: quando totalmente abertas, apresentam cinco pétalas afastadas, estreitas na base, largas e chanfradas na parte superior, a coloração é rósea e o florescimento se dá nos meses mais quentes do ano e, dependendo da região, pode ocorrer do final da primavera até meados do outono.
Esta planta vegeta espontaneamente nos continentes europeu, africano e americano. No Brasil, desenvolve-se bem em locais de clima mais ameno, como a região Sul. A Malva sylvestris L. não deve ser confundida com outras plantas existentes no Brasil ou no exterior e conhecidas pelo mesmo nome popular de "malva".
A malva propaga-se por meio de sementes, divisão de touceiras ou estaquia. Embora seja nativa de climas temperados, a malva tolera climas mais quentes. Seu cultivo exige luz solar direta pelo menos 4 horas por dia e recomenda-se proteger a planta contra geadas e frio intenso. Em regiões onde o inverno é muito rigoroso, a malva comporta-se como planta anual.
- Solo ideal: rico em matéria orgânica
- Regas: freqüente durante a fase de formação dos botões florais e espaçadas nos outros períodos;
- Cuidados gerais: controlar a invasão de ervas daninhas e evitar a umidade excessiva, que pode provocar a proliferação de fungos.
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Ter plantas em casa, para algumas pessoas, é essencial para dar vida ao ambiente, seja no jardim ou no interior. Outras também adoram, mas não conseguem mantê-las viçosas ou nem mesmo com vida, outras compram uma plantinha mesmo que não tenha a mínima idéia de como cuidar.
Alguns truques básicos para você cuidar bem de suas plantas.
* Ao adquirir ou ganhar uma planta em vaso - seja folhagem ou flor - preste atenção no tamanho delas. As de porte maior, precisa ser trocada depois de dois anos para um vaso maior.
* Mesmo que não tenha necessidade de mudança de vaso, mas você quer, a dica é a seguinte. Pegue terra vegetal ou terra adubada e misture com a do vaso e apronte no local que for colocar. Só a orquídea é que precisa de pedra embaixo do vaso, antes de colocar a terra, para drenar e não acumular água na raiz.
* Atenção com as plantas de ambiente externo. Elas vão sentir diferença de ambiente, devido às incidências diretas do sol, mas depois elas acostumam. Ela fica murcha, algumas folhas caem, mas é normal. Precisa regar três vezes por dia, até ela se adapte. Depois regue somente duas vezes por semana.
* A irrigação é um ponto importante. A maioria das plantas de interior devem ser umedecidas de três em três dias, sem encharcar. A orquídea está entre as exceções e deve receber água de sete em sete dias. Já as da área externa, podem ser regadas duas vezes por semana.
* A adubação deve ser feita de três em três meses para as folhagens. Pode ser usado qualquer tipo de adubo. No caso das flores, existem adubos específicos encontrados em floriculturas e lojas especializadas.
* Quanto a pragas, as lojas de plantas sabem indicar qual o inseticida específico para exterminá-las. Na medida do possível, o melhor é usar remédios caseiros para não danificar. Se for problema de ácaro branco, pode-se usar o fumo curtido em 1 litro de água e deixar de molho por seis dias. Depois desse tempo, coloque 20 ml de álcool e borrife na planta afetada. No máximo em três dias acabam-se os ácaros.
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A Liana é originária de regiões tropicais das Américas, também Ásia e África, de raízes tuberosas, perene, muito vigorosa. Folhas de desenho palmado, cobrindo densamente ramos longos.
Flores tubulosas, presas a longos pedúnculos, de cor amarela, decorativas, que se transformam em frutificação curiosa, devido às sépalas persistentes, de consistência lenhosa, originando o nome popular de “flor-de-pau”. Propaga-se por sementes.
Planta apropriada para cobrimento de pérgulas, muros, cercas ou grades. Os frutos secos são requisitados para arranjos decorativos.
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Planta nativa do Brasil, herbácea, de hábito reptante, muito ramificada e que se espalha rapidamente sobre a superfície plantada.
Suas folhas arredondadas e brilhantes, com longos pecíolos, vão se superpondo umas às outras, dando a impressão de um relvado macio.
As flores, muito diminutas, são totalmente despercebidas.
A reprodução é praticada por ramos já enraizados.
No uso paisagístico é indicada para forração em locais ensolarados ou à meia-sombra, pouco extensos, produzindo efeito delicado e fresco.
Empregada também no preenchimento de espaços entre pedras e pisos de caminhos. Podem ser pisoteadas apenas acidentalmente
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Clima: Tropical de altitude, Subtropical, Tropical.
Originária da África do Sul.
Época de Floração: Inverno.
Sua propagação é feita por estaquia.
Mes(es) da Propagação: Primavera.
Persistência das folhas: Permanente.
Obs: As folhas, quando esfregadas, deixam um agradável perfume nos dedos. Evitar podas repetidas para favorecer o florescimento.
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Espécie herbácea, muito florífera, obtida por hibridação de plantas originárias da América do Sul, principalmente Argentina e Brasil.
Apresenta formas muito diversificadas, com ramagem pubescente, sustentando folhas pequenas e ovaladas.
Flores volumosas, simples ou dobradas, em diversas cores, vibrantes, nos tons vermelho, rosa, roxo, branco, bicolor ou com bordas contrastantes.
Propaga-se por sementes.
Uso paisagístico
Planta cultivada a pleno sol, como forração ou preenchendo jardineiras e vasos suspensos, na condição de planta pendente.
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