Platycerium grande e Platycerium superbum foram classificado como uma só espécie chamada de Platycerium grande, em 1970 Joncheere e Hennipman, separaram o Platycerium grande como uma nova espécie, diferente do Platycerium superbum que possui somente um lóbulo de esporos, é encontrado somente na Austrália, enquanto o Platycerium grande possuem dois lóbulos de esporos, habitam somente a Filipinas principalmente a ilha de Mindanao, ao nível do mar normalmente são encontrados em pé de coqueiro. O Platycerium grande são plantas solitárias gigantesca, coloração verde claro não possui pêlos, essa espécie não produz filhotes, só é possível propagar através de esporos.
Folhas de proteção em forma de leque, parte superior das folhas crescem para fora, dividindo irregularmente na parte superior, lóbulos divididos em duas partes e alongadas, a parte inferior cresce grudada ao suporte, pode atingir até 1,50 m de altura, por mais de um metro de largura Folhas férteis divididas em dois braços iguais, cada braço como uma cunha que continua a dividir, nos seus cantos em muitos lóbulos em forma de forquilha, sempre com dois lóbulos de esporos.
Cultivo: Platycerium grande aprecia bastante luminosidade em torno de 50 a 40% de luz, bastante umidade 60 a 70% e alta temperatura, local arejado e ventilado, seu cultivo é considerado fácil.
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Aqui estão alguns dos motivos para você plantar não uma, mas várias árvores, e ajudar a natureza!
Uma árvore adulta pode absorver do solo até 250 litros de água por dia. Imagine como elas poderiam ajudar para não ocorrerem tantas enchentes, das quais matam e deixam muitas pessoas sem casas!
Junto com toda essa água absorvida, muitos nutrientes de matérias orgânicas (como as fezes dos animais) são absorvidos pelas raízes e transformados através da fotossíntese, em alimento para a toda a planta. Por sua vez, folhas, frutos, madeira e raízes servirão de alimento para diversos seres vivos. Os animais por sua vez, irão defecar o que comeram e as folhas e frutos que não serviram de alimento caem no solo.
Folhas, frutos e fezes de volta ao solo, e todo o ciclo recomeça. A camada de folhas que se forma abaixo das árvores servem de berço para as sementes, e para proteger o solo dos pingos da chuva. Cada pingo de chuva que cai diretamente no solo, causa erosão. A erosão do solo pode ser prejudicial em vários casos:
Em rios – a erosão leva terra e areia para o leito (fundo) do rio, fazendo com que o rio fique mais raso, com menor capacidade de guardar água, causando a falta de água nos meses de pouca chuva, além da morte dos peixes.
Para o Solo – a erosão leva embora as sementes que poderiam germinar e recompor a vegetação natural. Ou seja, solo desprotegido tende a continuar desprotegido.
Para os animais – a erosão pode levar embora ninhos de animais que os fazem no chão, e tampar os de diversos outros animais, matando os filhotes que estão dentro. Além do mais, sem vegetação e frutos para alimentá-los, eles vão embora ou morrem de fome.
Para os lençóis freáticos – os solos sem vegetação, por não terem raízes e minhocas para deixá-lo fofo, não têm uma boa absorção de água. Além do mais, como não há barreiras para a água, ela vai embora rapidamente, não dando tempo para a água da chuva penetrar no solo. Com isso os lençóis freáticos secam, acabando assim com muitos rios e conseqüentemente com nossa água potável.
A copa das árvores também protege o solo da chuva direta, sem contar que suas raízes seguram firmemente o solo. As raízes de árvores que estão nas beiras de rios, aparecem as vezes dentro do rio, parecendo cílios. Essas raízes além evitarem a erosão, servem de casa para muitos animais. Por causa destes cílios, a mata próxima aos rios é conhecida pelo nome de Mata Ciliar.
Uma árvore isolada pode transpirar, em média, 400 litros de água por dia, produzindo um efeito refrescante equivalente a 5 condicionadores de ar com capacidade de 2.500 kcal cada, funcionando 20 horas por dia. Este vapor se mistura com as partículas de poluição do ar, e quando se acumulam em nuvens, caem em forma de chuva. Portanto, as árvores ajudam também na retirada de poluentes do ar!
Além do mais, este vapor ajuda a equilibrar o clima da região. Isso é facilmente percebido em parques e florestas que tem seu clima mais fresco.
Outro ponto que podemos notar até mesmo em parques no meio de grandes cidades, é o silêncio! As árvores formam uma parede que impede a propagação dos ruídos. Cercas vivas estão sendo muito utilizadas hoje em dia para criar ambientes mais silenciosos e aconchegantes (além de bonitos).
Em um bosque frondoso, a copa das árvores acumula a maior parte da radiação solar, o que significa que o chão, permanecendo quase todo o dia na penumbra, é bem mais fresco.
Assim se define um micro clima – ou seja, um local restrito, ou isolado da região em torno. Desta forma, a temperatura na região de um bosque, no verão, pode ser 5 graus centígrados mais alta que a do próprio bosque.
As metrópoles são outro tipo de micro clima – nesse caso porque geralmente estão cobertas por massas de ar quente, situadas a cerca de 120 metros de altura, criadas pela poluição.
O resultado é a criação de ilhas de calor: assim, a temperatura no centro de uma cidade, por exemplo, pode estar 6 graus centígrados acima daquela de bairros distantes (ou mais arborizados) e da zona rural.
Se ainda assim, você ainda não se convenceu de que deve plantar árvores espere para saber mais…
Sombra – ah, que delícia uma boa sombra! Não é? Bem, se levarmos em conta a devastação e a não preocupação do reflorestamento, pode se preparar para sair de casa de guarda sol, pois a previsão é de que em 2030 nossas matas vão acabar!
Madeira – se você não tem nada de madeira na sua casa pode enviar seu nome para colocarmos no livro dos recordes. O mercado madeireiro é um dos que mais cresce no Brasil. Muitas empresas são clandestinas, e pouca gente se preocupou em saber se a madeira que está comprando é autorizada ou não. Se você usa madeira, por que não ajudar plantando?
Papel – não sei se você sabe, mas não há no mundo país que tenha um substituto para o papel vindo da madeira de árvores, sendo produzido em larga escala! Preocupante? Então imagine quantas árvores você já usou e vai usar só com papel!
Oxigênio – você respira? Bem, pode não conseguir mais daqui alguns anos. A poluição gerada pelas grandes cidades estão desequilibrando a quantidade de oxigênio no mundo!
E uma novidade: Estudiosos afirmam que florestas muito antigas, que já atingiram seu equilíbrio, produzem a mesma quantidade de gás carbônico (liberado a noite) que a de oxigênio. E que florestas jovens, para poder crescer, liberam muito mais oxigênio do que gás carbônico. Isso significa que plantar uma árvore é produzir oxigênio!
Frutas – quem não gosta de uma boa fruta? Mas não pense que elas são produzidas em laboratório. Elas chegam à sua mesa, pois árvores às produziram. E se você fizer as contas deve ter gasto com frutas o bastante para ter mais de 100 pés de cada fruta que você gosta. Mesmo porque o gasto em se ter uma árvore é quase zero.
Fauna – que delícia ouvir o canto dos pássaros logo de manhã! Pois então! Plante uma árvore perto de sua casa e ouça o resultado! Se você estiver em zona rural, ou próximo à alguma floresta, ainda poderá receber a visita de diversos animais da fauna brasileira.
Primeiro vamos à nomenclatura
Nativa – ocorre naturalmente na região que se está tratando.
Exótica – não ocorre naturalmente na região que se está tratando.
Endêmica – espécie que ocorre exclusivamente na região que se está tratando. Uma espécie que é nativa da Austrália é considerada exótica no Brasil, como é o caso do Eucalipto. Uma espécie pode ser Nativa do Brasil, porém endêmica da Bahia, como é o caso da piaçava. Isso quer dizer que em São Paulo, ou em Amazonas, esta espécie é considerada Exótica.
Os benefícios de se plantar árvores nativas de sua região, além de não ter os problemas das exóticas, estão descritos a baixo:
- O alimento é exatamente os que os animais nativos precisam.
- Fazem parte de uma determinada floresta onde uma espécie ajuda a outra, de diversas formas.
- Dificilmente espécies nativas são exterminadas por pragas, pois já desenvolveram muito bem uma defesa para cada praga da região.
- Muito indicadas em plantios orgânicos, que desejam não utilizar agrotóxico.
- A relação entre os nutrientes disponíveis, e os nutrientes necessários para a árvore, é harmoniosa.
- São as árvores nativas que os pássaros nativos procuram para fazer seus ninhos. Você já reparou que em matas de Eucalipto ou Pínus houve-se muito pouco ou quase nenhum som de pássaros e outros animas?
- E por último, se existem mais de 500 espécies só na Mata Atlântica, das mais variadas formas, das mais lindas flores das mais cobiçadas madeiras do mundo.
Porque NÃO plantar árvores exóticas?
- Por não terem predadores naturais, essas espécies podem se multiplicar sem controle, tornando-se assim uma praga, como é o caso do Eucalipto.
- Por não terem uma boa relação com a floresta nativa, podem competir desigualmente pelo espaço, chegando até matar as espécies nativas, como é o caso da Leucena, que em seu habitat natural com pouca água, desenvolveu uma substância que impede o crescimento de outras espécies ao seu redor, para evitar a competição pela água escassa.
- A proliferação pode ser descontrolada. Como é o exemplo também da Leucena. Em seu habitat nativo desenvolveu uma estratégia de produzir milhares de sementes. Isso porque a semente que encontrar apenas um pouco de água já irá germinar. Mas aonde o solo é seco só algumas sementes conseguem sobreviver. Aqui no Brasil, por ser um país tropical úmido, todas as sementes encontrar condições ideais para germinar. O que temos é uma disseminação tão intensa deste espécie que hoje é considerada uma verdadeira praga em nosso ambiente.
- Algumas espécies exóticas têm as raízes muito bem preparadas para absorver toda a água que conseguirem. Como é o caso do Eucalipto, que absorve tanta água do solo, que este chega a ficar seco. Muitos locais estão com o solo pobre por terem sido invadidos por esta espécie, que muitas vezes é plantada por pessoas que desconhecem este problema.
- O maior erro em se plantar exóticas como Eucalipto e Pinheiros, é que estas espécies crescem muito rápido. Pessoas e empresas que são obrigadas judicialmente a reflorestar utilizam estas espécies para mostrar o resultado o mais rápido possível. O que muita gente não sabe é que com espécies pioneiras brasileiras, consegue-se este resultado ou mesmo um melhor, tanto em termos de tempo quanto obviamente de qualidade, como é o caso da Embaúba, Monjoleiro e tantas outras mais.
Não seja você mais um plantador de espécies não brasileiras
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Quem anda numa floresta nativa, perceberá uma mistura, aparentemente caótica, de árvores maiores e menores. Os especialistas dividem-nas em três grandes grupos, que constituem o esquema de sucessão da mata nativa.
Um bom projeto de reflorestamento com árvores nativas deve misturar árvores dos três grupos, na proporção correta.
ÁRVORES PIONEIRAS: nascem primeiro; em geral crescem rápido, mas não vivem tanto tempo, nem ficam muito grandes. Fazem sombra, dando mais condiçõ:es para outras espécies nascerem e se desenvolverem melhor. Um exemplo é a embaúba, espécie preferida do bicho-preguiça.
ÁRVORES SECUNDÁRIAS: crescem mais lentamente, porém ficam maiores. Normalmente são as adotadas na arborização urbana. Uma delas é o ipê-roxo.
ÁRVORES CLIMAX: em geral, crescem apenas na sombra e levam mais tempo para se desenvolver. A madeira é bem dura e o porte é maior. São as chamadas árvores de madeira de lei. Uma delas é o jequitibá rosa.
Siga estes passos:
LOCAL - Escolha um adequado para a planta
COVA - Faça-a com 60 centímetros de diâmetro e igual profundidade.
PREPARO DA TERRA - Misture a terra que retirou ao composto orgânico (duas partes de terra, para uma de composto). Reserve.
PREPARO DA MUDA - Rasgue o saquinho onde está a muda (caso contrário, a raiz não se desenvolverá), retirando a muda com o torrão de terra, sem quebrar o torrão. Dica: em vez de fazer um único corte no saquinho, para retirá-lo, faça vários, facilitando tirar o torrão sem quebrar.
PREPARO DA COVA - Coloque metade da mistura de terra e composto de volta na cova.
PLANTIO - agora, é só introduzir a muda com o torrão na cova e preencher o resto do buraco com a mesma mistura.
ACABAMENTO - Para finalizar, pressione um pouco o chão do local plantado para deixar a muda firme. Dica importante: no local da cova, o terreno deve ficar uns dois centímetros abaixo do nível do solo. Isso facilita regas. A primeira rega, já poderá ocorrer logop após o plantio.
CUIDADOS FINAIS - Uma boa idéia é cobrir o solo com folhas secas, o que ajudará a manter a umidade da terra. Especialmente se o plantio for em área urbana - numa calçada, praça ou jardim - também vale à pena colocar uma grade de proteção em torno da árvore, para que ninguém quebre a plantinha, desavisadamente.
TUTOR: Para que a muda cresça reta, vale à pena amarrá-la a um tutor. Pode até ser um cabo de vassoura, fixado verticalmente no chão, logo ao lado da muda. Mas preste atenção à maneira de amarrar: O barbante deve formar um 8 deitado, com um dos "círculos" do 8 em torno do tronco da muda e outro, no tutor. Assim, proporciona-se firmeza e ao mesmo tempo um pouco de folga em torno do tronco da futura árvore. Nunca deixe que o barbante "estrangule" o tronco, quando a planta crescer.
DICA PARA REGAR - quando não chove, deve se regar de uma a duas vezes ao dia, no início da manhã ou fim de tarde. No inverno, rega-se só uma vez ao dia.
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